
Lugares onde a sidra acontece
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A sidra nasce nas montanhas, mas vive em muitos lugares. No mercado da manhã, no bar de final de dia, na viagem de fim de semana. Cada local muda o sabor — e revela uma nova forma de celebrar o mesmo ritual: partilhar.
Há bebidas que pertencem a um lugar.
Vêm de um solo, de uma paisagem, de uma estação.
A sidra Alvora nasce assim — das montanhas portuguesas, entre pomar e neblina, onde as maçãs amadurecem devagar.
Mas o seu destino não é ficar ali.
A sidra acontece em muitos lugares.
No mercado da manhã, onde as mãos que colhem se cruzam com quem escolhe.
O som das conversas mistura-se com o das caixas de fruta e com o brilho das maçãs golden, ainda frias do orvalho.
É o primeiro lugar da sidra — a sua origem viva.
Mais tarde, a cidade acorda e a sidra encontra um novo papel.
Num bar discreto, um copo de Harmony reflete as luzes da rua.
O trânsito abranda, as vozes baixam, o líquido dourado transforma-se em pausa.
É o momento em que o natural e o urbano se encontram.
Depois vem o caminho.
Uma estrada costeira, o vento do Atlântico, o som metálico da tampa a abrir.
A garrafa de Solene acompanha a viagem como banda sonora: leve, efervescente, curiosa.
Cada gole sabe a distância percorrida e a liberdade do ar.
E quando o dia termina, há sempre uma mesa.
Um jantar entre amigos, um prato simples, o brinde que não precisa de motivo.
A sidra pertence também a esse lugar — onde o tempo abranda e o essencial regressa.
No fim, o copo vazio sobre a mesa é só um sinal de que algo aconteceu: um instante partilhado, um sabor que se fixou na memória.
🍏 Lugares onde a sidra acontece.
Onde quer que exista tempo, luz e vontade de parar — a Alvora está em casa.
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